23 de janeiro de 2014

Oscar Literário


Olá pessoal. Antes de qualquer coisa gostaria de me desculpar e justificar o meu sumiço e falta de posts do blog. Bem, basicamente o que aconteceu foi que meu computador pifou e eu tive de mandá-lo para o conserto e levaram um bocado de tempo para entregá-lo (no caso hoje). Além disso, após a correria dos vestibulares, veio a correria da matrícula, por que sim, meus estudos foram recompensados e eu passei em Arquitetura! Yeaah!!
Em resumo foi isso o que aconteceu e eu espero que vocês entendam e me perdoem. Agora que esta tudo certo, vou poder aproveitar o tempinho que ainda tenho até o começo das aulas para me dedicar aqui. Por isso, voltemos ao assunto principal dessa postagem, por que a explicação já tomou muito do post.

Hoje venho falar de Oscar, mas diferente da premiação cinematográfica, este é o Oscar literário, uma tag criada pelo Leandro Alves do vlog “Palavras de Um Leitor”, mas que eu encontrei no vlog “Minha Estante” do Bruno Miranda.
Eu achei a tag muito legal por que juntou o útil ao agradável, uma vez que com o problema do meu computador, não pude fazer “Os Melhores Livros de 2013” (que eu pretendia) e como o verdadeiro Oscar se aproxima, bom que compilo os dois assuntos em um só. Bem, a tag consiste em escolher um livro lido para ser o vencedor em cada categoria. Então vamos lá!


Melhor protagonista masculino
Adam Kent de Estilhaça Me, escrito por Tahereh Mafi. Por que para mim ele não tem aquele esteriótipo dos protagonistas masculinos em serem perfeitos. Ninguém é perfeito pessoal, e acho que quando vemos as falhas dos personagens, ele fica mais humano e a história mais verosímil.

Melhor protagonista feminino
Falando em personagens com falhas, mas que ainda assim são incríveis, temos a melhor protagonista, Mara Dyer, de A Desconstrução de Mara Dyer, escrito por Michelle Hodkin. Caramba, esse livro é sensacional e essa protagonista então. Ela é o melhor exemplo de personagem de livro que transparece humanidade. Ela tem suas fraquezas, mas não fica de mimimi, e acho ela até muito forte, se olharmos todos os problemas que ela passa (que são muitos, e isso só no primeiro livro).

Melhor personagem coadjuvante masculino
A série pode até ter me decepcionado (falarei disso mais embaixo), mas o personagem coadjuvante dela é maravilhoso, e ele é: Simon Lewis, de Instrumentos Mortais, escrita por Cassandra Clare. Da nova trilogia, ele é o ÚNICO personagem que salva é foi o único ponto positivo dos três novos livros da série. Simon tem convicções diferentes dos outros personagens e luta para mantê-los e não tem medo de correr atrás do que quer. Além de ser o ponto alto nos novos livros. Eu não via a hora de passar as partes melosas da Clary e do Jace (principalmente no quarto livro) para chegar nas partes do Simon. Muito amor por esse personagem.

Melhor personagem coadjuvante feminino
Ao contrário da série anterior, a série desta personagem é incrível e eu simplesmente a amo, assim como essa personagem. A Zuzana, melhor amiga da Karou, da trilogia Feita de Fumaça e Osso, da autora Laini Taylor. Gosto de Zuzana no primeiro livro, mas ela leva o título de melhor coadjuvante feminina pelo segundo livro, Dias de Sangue e Estrelas. Eu adoro Karou e toda a mitologia de Eretz, mas confesso que ficava esperando mais pelas estripulias de Zuzana e Mik em Praga.

Melhor mundo/ambiente criado
Como eu disse, adoro a série Feita de Fumaça e Osso e toda a mitologia que a autora Laini Taylor elaborou nessa série, o que inclui Eretz, o mundo criado por ela. No primeiro livro, temos apenas relances de Eretz. Já no segundo livro temos a chance de conhecer muito mais sobre esse mundo, nos mais diversos detalhes. E devo dizer-lhes que Laini Taylor está de parabéns. Eretz entra facilmente na lista dos melhores mundos fantásticos já criados, junto de Nárnia, Terra Média e Westeros.




Melhor arte da capa
Existem capas melhores, mas como essa lista é dos lidos em 2013, o prêmio vai para Cidade de Vidro, último livro da antes trilogia escrita por Cassandra Clare (deveria ter ficado somente nisto). O que eu acho legal nesta capa é que diferente das anteriores (e posteriores) onde sabemos quem são os personagens que aparecem, nesta aqui você tem uma grande surpresa sobre quem é (um personagem muito interessante quando a série era boa).





Melhor autor
Eu tive o primeiro contato com esse autor em 2012, quando li um livro dele. E naquela época já gostei demais dele. Mas foi somente este ano, lendo mais livros do mesmo, foi que eu percebi o tanto que ele é incrível. Nesta categoria temos: John Green. Não tem muita coisa que eu possa dizer para “comprovar” isso. Somente lendo seus livros para ver o quão bom autor esse cara é.





Melhor título
O interessante dos títulos dessa série, é que por mais “complexos” que eles possam ser e aparentem não ter nada a ver com a história, eles tem TUDO a ver com a história. Conforme você evolui na historia, tudo se encaixa e faz sentido, principalmente o nome do livro. Por isso, mais um vez quem leva o prêmio é Dias de Sangue e Estrelas.








Melhor final
O que define o final deste livro é surpresa. Sim, por que eu fiquei em estado de choque quando terminei a última página e tive de voltar para ver se meus olhos não estavam brincando comigo. A Desconstrução de Mara Dyer aparece nesta categoria merecidamente, por que foi surpreendente, foi desesperador e me deixou louco pela continuação.






Melhor livro
De novo temos A Desconstrução de Mara Dyer. Pelo final, mas também pelo começo e pelo meio. Todo o livro é sensacional e ainda é difícil de acreditar que este seja o primeiro livro de Michelle Hodkin. A mulher escreve pra caramba. Eu tentava não devorar o livro para que ele não terminasse, por que eu simplesmente não queria largá-lo. A espera pelo próximo está me matando.


Melhor Série
Ainda não terminei está série (até por que não terminaram de publicá-la), mas dos que já li, posso dizer que Rick Riordan é o cara. Se eu achava que ele não poderia melhorar depois de Percy Jackson e principalmente depois de Crônicas dos Kane, tapa na cara do Lucas, por que ele conseguiu isso com Heróis do Olimpo. Eu achava que não daria mais para trabalhar com a mitologia grega, mas o Tio Rick surpreendeu ao ampliar ainda mais e incluir a mitologia romana *-* Só posso dizer que estou no aguardo ansioso pela série de mitologia nórdica já anunciada por ele, por que se com mitologia greco-romana e egípcia ele já fez um trabalho surpreendente, imagina o que ele pode fazer com vikings, Asgard e valquírias.



EXTRA: Framboesa de Ouro




Decepção Literária
A tag original não tem essa categoria, mas a encontrei em um blog quando estava pesquisando outras tags e adorei, por que em 2013 tive uma grande decepção literária. Já dei algumas pistas nas categorias anteriores e provavelmente vocês já devem ter percebido qual foi. Se não, aqui vai minha decepção: a série Instrumentos Mortais. Gente, a revolta é tão grande que fica até difícil pontuar os motivos. Primeiro que a nova trilogia (Cidades dos Anjos Caídos, Almas Perdidas e Fogo Celeste) não era necessária. Segundo que a autora rebaixou a personalidade dos personagens a tal ponto deles se tornarem desprezíveis. Perdi as contas de quantas vezes eu queria entrar no livro só pra estapear a cara da Clary e do Jace, não vou me demorar mais pra não dar spoilers. Mas o que fica explícito é que a preocupação da autora foi lucrar e nisso a história se perdeu e caiu muito.






Bem, é isso. Espero que tenham gostado (desculpem se o post grande, empolguei) e me digam vocês se concordam ou não com os vencedores. E quem quiser, sinta-se a vontade para fazê-la em seu blog.

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